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	<title>Arquivos Mercado Imobiliário - MZ Notícia</title>
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	<description>A INFORMAÇÃO QUE VOCÊ PRECISA NA HORA CERTA!</description>
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	<title>Arquivos Mercado Imobiliário - MZ Notícia</title>
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		<title>Fim do home office começa a mudar mercado imobiliário e reduz força de cidades do interior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação MZ]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 20:58:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Levantamento mostra que escrituras...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Levantamento mostra que escrituras de imóveis cresceram 49,6% na capital paulista desde 2020, enquanto municípios que ganharam moradores durante a pandemia registraram forte desaceleração.</strong></p>
<p>A redução do <strong>home office</strong> e a retomada do trabalho presencial estão provocando uma nova transformação no mercado imobiliário de São Paulo. Depois da corrida por casas maiores e cidades mais afastadas durante a pandemia, a proximidade do local de trabalho voltou a ganhar peso na decisão sobre onde morar.</p>
<p>Dados do Colégio Notarial do Brasil em São Paulo (CNB/SP) mostram que a capital paulista alcançou em 2025 um <strong>recorde histórico de compra e venda de imóveis</strong>, com 90.402 escrituras registradas.</p>
<p>O volume representa crescimento de <strong>49,6% em comparação com 2020</strong>.</p>
<p>Na direção contrária, algumas cidades que ganharam destaque durante a expansão do trabalho remoto passaram a registrar queda significativa nas transações imobiliárias.</p>
<h2>Cidades que cresceram na pandemia perdem força</h2>
<p>A mudança fica evidente quando são comparados os números entre 2021 e 2025.</p>
<p>Itupeva: queda de 57%</p>
<p>Cotia: queda de 41%</p>
<p>Indaiatuba: queda de 36%</p>
<p>São João da Boa Vista: queda de 32%</p>
<p>Atibaia: queda de 31%</p>
<p>Peruíbe: queda de 30%</p>
<p>Itu: queda de 28%</p>
<p>Itatiba: queda de 28%</p>
<p>Os números, porém, não significam necessariamente uma saída em massa dos moradores dessas cidades. Segundo o CNB/SP, os dados indicam principalmente uma <strong>redução na intensidade das negociações imobiliárias</strong> depois do crescimento excepcional registrado durante a pandemia.</p>
<h2>Volta aos escritórios muda decisão sobre onde morar</h2>
<p>Em 2020, o fechamento dos escritórios permitiu que muitos trabalhadores deixassem os grandes centros sem precisar enfrentar diariamente longos deslocamentos.</p>
<p>Parte das famílias trocou apartamentos por casas com quintal, enquanto outras buscaram cidades consideradas mais tranquilas, imóveis maiores, menor custo de vida ou proximidade de familiares e áreas verdes.</p>
<p>Em 2021, todas as regiões do Estado registraram crescimento expressivo nas escrituras, com altas entre 33% e 36% na comparação com 2020.</p>
<p>A situação começou a mudar à medida que empresas passaram a exigir novamente a presença dos funcionários nos escritórios.</p>
<h2>Trabalho presencial volta a predominar</h2>
<p>Uma pesquisa realizada pela WeWork em parceria com a Offerwise aponta que <strong>63% dos profissionais trabalham presencialmente</strong>. Entre eles, 79% afirmam que essa condição é determinada pela empresa e não por escolha própria.</p>
<p>Outro levantamento, da Robert Half, mostra diferenças importantes entre os setores. Profissionais da construção civil e engenharia trabalham, em média, <strong>4,8 dias por semana presencialmente</strong>, enquanto no setor de serviços a média é de 3,3 dias.</p>
<p>As vagas totalmente remotas também perderam espaço diante das oportunidades presenciais e híbridas.</p>
<p>Com isso, trabalhadores que se mudaram para locais mais distantes voltaram a enfrentar custos relacionados a trânsito, combustível, pedágios e transporte.</p>
<p>Entre os trabalhadores presenciais pesquisados pela WeWork, <strong>65% apontaram o deslocamento como a principal desvantagem</strong> do modelo. Outros 53% relataram aumento das despesas relacionadas à ida ao trabalho.</p>
<h2>Interior turístico devolveu ganhos da pandemia</h2>
<p>Os dados dos cartórios indicam que a mudança no mercado começou a ficar mais evidente a partir de 2022.</p>
<p>Enquanto a capital paulista manteve o crescimento, o chamado interior turístico encerrou 2025 com um volume de escrituras equivalente a <strong>99,3% do registrado antes da pandemia</strong>.</p>
<p>O litoral apresentou comportamento diferente. A região permaneceu aproximadamente 20% acima do patamar de 2020, embora sem crescimento relevante desde 2023.</p>
<h2>Algumas cidades continuam crescendo</h2>
<p>A desaceleração não atingiu todos os municípios da mesma maneira.</p>
<p>Entre 2021 e 2025, <strong>Taboão da Serra registrou crescimento de 73% no número de escrituras</strong>, liderando a alta proporcional entre as cidades analisadas.</p>
<p>Bauru: alta de 42%</p>
<p>Barueri: alta de 26%</p>
<p>Paulínia: alta de 19%</p>
<p>Limeira: alta de 14%</p>
<p>Os números reforçam que a transformação do mercado imobiliário não representa simplesmente uma reversão completa do movimento observado durante a pandemia.</p>
<h2>Empresas alegam integração e produtividade</h2>
<p>O aumento do trabalho presencial também está relacionado às estratégias adotadas pelas empresas.</p>
<p>Segundo levantamento da Robert Half, 68% das organizações apontam o fortalecimento da cultura organizacional como motivo para aumentar a presença nos escritórios. Outros 63% citam melhora na comunicação e colaboração entre equipes, enquanto 59% mencionam maior integração e supervisão.</p>
<p>Além disso, 50% relacionam o presencial ao aumento da produtividade e 34% dizem seguir orientações da liderança global.</p>
<p>A mudança, entretanto, pode trazer consequências para a retenção de funcionários. Entre os gestores consultados, <strong>54% avaliam que ampliar a presencialidade aumenta o risco de perder talentos</strong>.</p>
<p>Do lado dos trabalhadores, 52% afirmaram que considerariam mudar de emprego caso houvesse redução da flexibilidade.</p>
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		<title>Paranaenses antecipam doação de imóveis antes de possível aumento do ITCMD</title>
		<link>https://mznoticia.com.br/paranaenses-antecipam-doacao-de-imoveis-antes-de-possivel-aumento-do-itcmd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redacao]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Vitrine]]></category>
		<category><![CDATA[Cartórios de Notas]]></category>
		<category><![CDATA[Colégio Notarial do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de Imóveis]]></category>
		<category><![CDATA[Herança]]></category>
		<category><![CDATA[ITCMD]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[MZ Notícias.]]></category>
		<category><![CDATA[paraná]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Sucessório]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perspectiva de mudanças na Reforma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="114" data-end="283">Perspectiva de mudanças na Reforma Tributária e possibilidade de aumento da alíquota impulsionaram recorde de escrituras públicas de doação de imóveis no Paraná em 2025.</p>
<h2 data-section-id="mnongx" data-start="285" data-end="331"><span role="text"><strong data-start="288" data-end="331">Recorde de doações de imóveis no Paraná</strong></span></h2>
<p data-start="333" data-end="757">Famílias paranaenses que pretendem transferir imóveis para filhos e herdeiros estão antecipando a sucessão patrimonial diante das mudanças previstas na Reforma Tributária. A expectativa de aumento na alíquota do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), atualmente fixada em 4%, fez com que os Cartórios de Notas do Paraná registrassem um recorde histórico de escrituras públicas de doação de imóveis em 2025.</p>
<p data-start="759" data-end="909">Ao longo do ano, foram realizadas <strong data-start="793" data-end="833">19.467 escrituras públicas de doação</strong>, número 77,9% superior ao registrado em 2020, quando ocorreram 10.941 atos.</p>
<h2 data-section-id="km0s6b" data-start="911" data-end="956"><span role="text"><strong data-start="914" data-end="956">Arrecadação do imposto mais que dobrou</strong></span></h2>
<p data-start="958" data-end="1217">O aumento das doações ocorre paralelamente ao crescimento da arrecadação do ITCMD no Estado. Em 2020, o imposto gerou R$ 677 milhões aos cofres públicos. Já em 2025, a arrecadação alcançou <strong data-start="1147" data-end="1164">R$ 1,6 bilhão</strong>, representando um crescimento de 136% em cinco anos.</p>
<p data-start="1219" data-end="1355">O cenário coincide com a discussão sobre a adaptação da legislação paranaense às novas diretrizes estabelecidas pela Reforma Tributária.</p>
<h2 data-section-id="1ds6x7r" data-start="1357" data-end="1396"><span role="text"><strong data-start="1360" data-end="1396">Mudanças previstas na tributação</strong></span></h2>
<p data-start="1398" data-end="1516">Atualmente, o Paraná adota uma alíquota única de 4% para heranças e doações, independentemente do valor do patrimônio.</p>
<p data-start="1518" data-end="1888">Com a publicação da <strong data-start="1538" data-end="1570">Lei Complementar nº 227/2026</strong>, os estados que utilizam esse modelo deverão implantar alíquotas progressivas, nas quais o percentual aumenta conforme o valor dos bens transmitidos. A legislação também determina que a cobrança passe a considerar o valor de mercado dos imóveis, e não apenas referências patrimoniais ou fiscais utilizadas atualmente.</p>
<p data-start="1890" data-end="1982">Apesar disso, as mudanças ainda dependem da aprovação de uma legislação estadual específica.</p>
<h2 data-section-id="1u36ccf" data-start="1984" data-end="2046"><span role="text"><strong data-start="1987" data-end="2046">2026 pode ser a última oportunidade pelas regras atuais</strong></span></h2>
<p data-start="2048" data-end="2242">Caso a nova legislação estadual seja aprovada ainda em 2026, as alterações somente poderão entrar em vigor em 2027, em razão dos princípios constitucionais da anterioridade anual e da noventena.</p>
<p data-start="2244" data-end="2405">Por esse motivo, especialistas apontam que 2026 poderá representar a última oportunidade para realizar doações patrimoniais utilizando as regras atuais do ITCMD.</p>
<h2 data-section-id="1qfhdnv" data-start="2407" data-end="2458"><span role="text"><strong data-start="2410" data-end="2458">Doação com reserva de usufruto é alternativa</strong></span></h2>
<p data-start="2460" data-end="2733">Uma das modalidades mais utilizadas pelas famílias é a doação com reserva de usufruto. Nesse modelo, os pais transferem a propriedade do imóvel aos filhos, mas permanecem com o direito de uso, moradia, administração e recebimento dos rendimentos do bem durante toda a vida.</p>
<p data-start="2735" data-end="3035">Segundo o presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção Paraná (CNB/PR), Daniel Driessen Junior, o aumento da procura demonstra que mais famílias estão buscando organizar a sucessão patrimonial de forma planejada, com segurança jurídica e previsibilidade diante das possíveis mudanças tributárias.</p>
<p data-start="3037" data-end="3229">Os dados também mostram a evolução das doações nos últimos anos. Em 2023 foram registradas 15.787 escrituras; em 2024, o número subiu para 18.306; e, em 2025, chegou ao recorde de 19.467 atos.</p>
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