Suspeito de matar idosa de 70 anos desaparecida após viagem para comprar propriedade é preso no Paraná
Paraná Vitrine

Suspeito de matar idosa de 70 anos desaparecida após viagem para comprar propriedade é preso no Paraná

23/07/2026 | 09:49 Por Redacao

Homem de 60 anos foi preso em Maringá; corpo da vítima foi encontrado quase um mês após o desaparecimento em Nova Londrina.

Prisão ocorreu em Maringá

A Polícia Civil do Paraná prendeu, nesta quarta-feira (22), um homem de 60 anos suspeito de matar Eulália Farias Pinheiro, de 70 anos. A prisão ocorreu em Maringá, no Norte do Estado.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias da prisão nem informou qual seria a relação entre o suspeito e a vítima. O homem ainda não possui defesa constituída no processo.

Corpo foi encontrado quase um mês após o desaparecimento

O corpo de Eulália foi localizado no dia 14 de julho, em Porto Tigre, no município de Nova Londrina, um dia antes de completar um mês do desaparecimento.

Segundo o Corpo de Bombeiros, um pescador encontrou o corpo parcialmente submerso, preso em galhos a cerca de quatro metros da margem de um rio.

Devido ao avançado estado de decomposição, a identificação foi realizada por meio de exames periciais e da arcada dentária, com a confirmação divulgada posteriormente pela Polícia Civil.

Idosa viajou para comprar uma propriedade

Conforme relatos da família, Eulália desapareceu no dia 15 de junho após sair de casa, em Maringá, sem avisar os filhos. Ela embarcou em um ônibus com destino a Nova Londrina, onde pretendia comprar uma propriedade.

Imagens de câmeras de segurança registraram a idosa seguindo até a rodoviária e embarcando na viagem. Segundo familiares, foi confirmado que ela desembarcou no município às 12h41.

Ainda conforme a família, uma amiga informou que Eulália havia comentado sobre a negociação da compra de um imóvel e pediu que o assunto fosse mantido em sigilo.

Família suspeita de golpe

Os familiares relataram que, antes da viagem, a idosa realizou saques em duas agências bancárias. O valor retirado, no entanto, não foi informado.

Segundo a filha da vítima, Eulália era uma pessoa lúcida, independente e mantinha contato frequente com a família, o que aumentou a preocupação após a interrupção das comunicações.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do crime e a possível motivação do homicídio.