Ponta Grossa conclui mapeamento de mais de 150 nascentes e áreas de risco
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Ponta Grossa conclui mapeamento de mais de 150 nascentes e áreas de risco

20/08/2026 | 13:25 Por Redacao

Estudo contempla as bacias dos rios Ronda, Olarias e Pilão de Pedra e servirá de base para ações de drenagem, prevenção de alagamentos e planejamento urbano

A Prefeitura de Ponta Grossa, em parceria com a Unilivre, concluiu o mapeamento de mais de 150 nascentes e áreas de risco nas bacias hidrográficas dos rios Ronda, Olarias e Pilão de Pedra.

O trabalho reúne informações obtidas a partir de diagnósticos e vistorias técnicas realizadas em rios, nascentes, arroios e regiões consideradas vulneráveis. O objetivo é orientar ações para reduzir riscos de alagamentos e melhorar a qualidade de vida da população.

Estudo prevê ações de prevenção

O planejamento contempla medidas para a proteção dos rios, criação de lagos e parques urbanos, gestão de áreas de risco e ocupações em fundos de vale, além de intervenções nos sistemas de micro e macrodrenagem.

A proposta é utilizar os dados levantados para identificar pontos que necessitam de intervenções e desenvolver soluções capazes de reduzir os impactos provocados pelas chuvas nas regiões atendidas pelo estudo.

A prefeita Elizabeth Schmidt destacou que o levantamento representa uma etapa importante para o planejamento futuro da cidade.

“Governar é olhar para o futuro. Mas acima de tudo, é proteger as pessoas no presente. Concluímos a primeira etapa de um estudo histórico, o verdadeiro mapa do futuro para Ponta Grossa”, afirmou.

Segundo a prefeita, o planejamento busca também reurbanizar áreas de fundos de vale e antecipar possíveis situações de risco.

Próximas etapas

As intervenções propostas seguem o conceito de “Acupuntura Urbana”, desenvolvido pelo arquiteto Jaime Lerner, fundador da Unilivre.

Com a conclusão do diagnóstico, a administração municipal deverá iniciar o planejamento das licitações para execução das obras previstas.

O material também deverá ser utilizado como referência em futuros projetos de planejamento urbano, especialmente em ações relacionadas à drenagem, prevenção de enchentes e ampliação de espaços de convivência.

“Agora temos o diagnóstico técnico para agir com precisão, realizar obras de drenagem e garantir a tranquilidade das famílias que antes temiam a chuva”, declarou Elizabeth Schmidt.