O presidente da Câmara de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB), e empresários foram alvo de uma operação que cumpriu 20 mandados de busca e apreensão. A investigação apura um suposto esquema de corrupção para regularizar a construção de uma farmácia iniciada sem licença. Segundo as investigações, teria sido combinado o pagamento de aproximadamente R$ 100 mil em propina para intermediar a regularização da obra.
Também são investigados servidores públicos e o ex-secretário municipal de Habitação e Urbanismo, Danilo Dominico. Pedro Moraes nega as acusações, afirma nunca ter recebido propina e diz estar à disposição da Justiça. As investigações continuam para esclarecer os fatos e identificar possíveis outros envolvidos.





