O terceiro bloco do debate entre os candidatos ao Governo do Paraná, realizado pela RPC na noite desta terça-feira (29), foi marcado por discussões sobre obras de infraestrutura, serviços públicos, Copel, Sanepar e saúde.
O primeiro confronto envolveu Sandro Alex (PSD) e Sergio Moro (PL), que discutiram investimentos em infraestrutura. Sandro Alex questionou o adversário sobre intervenções previstas para regiões específicas do Paraná. Moro respondeu que seu plano contempla obras em diferentes regiões do estado e afirmou que pretende acompanhar os projetos que já estão em execução.
Durante o debate, Moro também criticou a atual administração estadual e afirmou que existem obras inacabadas. Segundo o candidato, uma eventual gestão sob seu comando deverá fiscalizar os projetos em andamento para evitar que sejam interrompidos.
Sandro Alex, por sua vez, questionou o histórico de Moro na vida pública e mencionou sua saída do Ministério da Justiça.
Copel e Sanepar
Na sequência, Requião Filho (PDT) e Sergio Moro discutiram o modelo de gestão dos serviços públicos estaduais.
O debate abordou principalmente o papel da Copel e da Sanepar e os processos relacionados à privatização das companhias de energia elétrica e saneamento. Os candidatos apresentaram posições diferentes sobre o tema.
A discussão também incluiu propostas relacionadas aos cargos públicos e à valorização dos servidores estaduais.
Saúde pública
O último confronto do bloco reuniu Requião Filho e Sandro Alex e teve como principal tema a saúde pública.
Requião Filho questionou a situação das filas de transplantes no Paraná e criticou a estrutura dos hospitais estaduais, apontando problemas que, segundo ele, estariam relacionados à gestão atual.
Sandro Alex defendeu as ações implementadas na área da saúde durante a administração de Ratinho Junior (PSD). Em resposta às críticas, afirmou que problemas na estrutura da saúde pública também foram registrados em governos anteriores.
O candidato citou especificamente a situação do Hospital de Telêmaco Borba durante a administração do ex-governador Roberto Requião, pai de Requião Filho.
O terceiro bloco terminou com os candidatos mantendo posições divergentes sobre infraestrutura, gestão das empresas públicas e políticas de saúde no Paraná.





