Pesquisa ouviu cerca de 1,5 mil pessoas no Brasil e em Portugal; saúde, segurança, custo de vida e limpeza aparecem entre os principais motivos de reclamação dos brasileiros.
Curitiba ficou na primeira posição de um levantamento que avaliou quais cidades brasileiras concentram moradores que mais reclamam. A capital paranaense alcançou nota 7,8 no índice elaborado pela plataforma de idiomas Preply.
Na sequência aparecem Belo Horizonte (MG) e Manaus (AM), ambas com nota 7,5.
A pesquisa foi publicada em março de 2026 e ouviu aproximadamente 1,5 mil pessoas no Brasil e em Portugal.
O que mais incomoda os brasileiros?
Entre os entrevistados no Brasil, os serviços de saúde lideraram os motivos de reclamação, mencionados por 44,9% dos participantes.
Segurança e criminalidade aparecem em seguida, com 39,5%. O custo de vida foi mencionado por 33,9% e a limpeza por 30,6%.
O levantamento também analisou sobre quem as pessoas costumam reclamar. Mais de 60% dos participantes brasileiros e portugueses disseram reclamar de políticos.
Entre os entrevistados brasileiros, 61,9% afirmaram reclamar de seus parceiros românticos. Familiares também aparecem entre os alvos das queixas.
O que significa Curitiba estar no topo?
O resultado não significa necessariamente que os moradores de Curitiba sejam mais insatisfeitos em todos os aspectos.
A pontuação foi calculada considerando a frequência com que os entrevistados disseram reclamar e a variedade de assuntos que geram reclamações.
Dessa forma, o levantamento possui um recorte específico e não representa necessariamente toda a população de Curitiba.
Ainda assim, entre as cidades brasileiras avaliadas, a capital paranaense registrou a maior pontuação no índice.
Pesquisa também avaliou Portugal
O estudo também analisou as reclamações dos participantes portugueses. Almada, Queluz e Vila Nova de Gaia ficaram entre as primeiras posições no país.
Entre os principais motivos de queixa em Portugal aparecem custo de vida, transporte público e dificuldades relacionadas ao acesso a moradias com preços considerados acessíveis.
A pesquisa utilizou dez perguntas para avaliar a frequência das reclamações e identificar quais situações do cotidiano mais incomodam os participantes.





