Projeto entrou oficialmente na etapa de execução após a emissão da Ordem de Início; iniciativa prevê 40 novas unidades, 692 salas de aula e capacidade para mais de 25 mil estudantes
As obras para a construção de 40 novos colégios estaduais do programa PPP Mais Escolas Paraná estão previstas para começar em outubro. O projeto entrou oficialmente na etapa de execução após a emissão da Ordem de Início, em 7 de agosto, autorizando a concessionária a iniciar os trabalhos preliminares nos terrenos.
O documento também marcou o início formal do cronograma da concessão, que terá duração de 20 anos.
Projeto avança após cumprimento de exigências
A Ordem de Início foi emitida após o cumprimento das condições previstas no contrato para o início da execução do projeto.
Tanto o Governo do Paraná quanto a concessionária tiveram prazo de 45 dias, contado a partir da assinatura do contrato, para cumprir uma série de exigências.
Entre as medidas estavam a comprovação da experiência técnica da empresa em gestão predial, apresentação dos seguros previstos no contrato, transferência formal dos terrenos e início da estruturação da garantia financeira da concessão.
Trabalhos preliminares já podem começar
Com a autorização, a concessionária pode iniciar atividades preliminares nos terrenos destinados às novas escolas.
Entre os trabalhos estão a limpeza e preparação dos terrenos, realização de sondagens e elaboração dos projetos de arquitetura e engenharia.
Após a aprovação dos projetos e a obtenção das licenças necessárias, poderão começar efetivamente as obras de construção das unidades.
PPP prevê 40 novos colégios no Paraná
O programa PPP Mais Escolas Paraná prevê a construção, operação e manutenção das novas estruturas escolares por meio de uma parceria público-privada.
Ao todo, serão 40 novos colégios estaduais, que juntos terão 692 salas de aula e capacidade para atender mais de 25 mil estudantes.
A proposta busca ampliar a infraestrutura disponível para a rede estadual de ensino.
Estado continuará responsável pela área pedagógica
A concessionária ficará responsável pelos serviços relacionados à infraestrutura e gestão predial das unidades.
Já o Governo do Paraná continuará responsável pela gestão pedagógica e educacional dos colégios.
Durante os 20 anos de duração da concessão, a empresa também será responsável pela manutenção e operação dos serviços não pedagógicos das escolas.





