Ações das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado também cumpriram 173 mandados de busca e apreensão e determinaram bloqueios patrimoniais superiores a R$ 508 milhões
As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) deflagraram, nesta quarta-feira (16), uma operação contra organizações criminosas em 19 estados brasileiros. Ao todo, 93 pessoas foram presas, segundo as forças de segurança envolvidas na ação.
Os mandados têm como alvo suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas, tráfico de armas, lavagem de dinheiro, organizações criminosas violentas e outros crimes relacionados ao crime organizado.
Além das prisões, foram cumpridos 173 mandados de busca e apreensão.
Mais de R$ 508 milhões em bens são atingidos
As decisões judiciais também determinaram bloqueios, sequestros e outras restrições patrimoniais que, somadas, ultrapassam R$ 508 milhões.
As medidas atingem imóveis, veículos, ativos financeiros e outros bens que, segundo as investigações, estão vinculados às organizações criminosas investigadas.
Durante as diligências, foram apreendidos R$ 171,8 mil em dinheiro.
Drogas, armas e veículos são apreendidos
As ações resultaram ainda na apreensão de 29 imóveis, 18 veículos, avaliados em aproximadamente R$ 1,6 milhão, além de sete armas e 49 munições.
Também foram apreendidos 11 quilos de cocaína e 90 quilos de maconha e derivados.
Segundo os investigadores, uma das principais estratégias da operação é atingir a estrutura financeira das organizações criminosas por meio da descapitalização dos grupos.
Operações em diferentes estados
Entre as ações realizadas nesta quarta-feira estão operações no Tocantins, Paraíba e Amazonas.
No Tocantins, uma investigação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro determinou o bloqueio de R$ 412,5 milhões em bens.
Na Paraíba, a operação tem como alvo suspeitos ligados ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
No Amazonas, a Polícia Federal investiga suspeitas relacionadas a fraudes em contratos públicos.
As medidas fazem parte de uma atuação integrada das FICCOs para combater organizações criminosas e atingir tanto as atividades ilícitas quanto o patrimônio utilizado pelos grupos investigados.
Foto: Reprodução/PF





