Verdão comparou cobranças de pênalti de Vitor Roque e do atacante corintiano depois de avançar à semifinal enquanto o rival foi eliminado da competição.
A classificação do Palmeiras para a semifinal da Libertadores ganhou um capítulo de provocação ao Corinthians nesta quinta-feira (17). O clube alviverde utilizou justamente uma música de Memphis Depay, atacante do rival, para brincar com os resultados dos dois times na competição continental.
A publicação feita pelo Palmeiras em uma rede social colocou lado a lado imagens das cobranças de pênalti de Vitor Roque e Memphis, ocorridas nas partidas disputadas na quarta-feira (16).
Pênaltis viraram motivo da provocação
Memphis teve a oportunidade de cobrar um pênalti nos acréscimos da partida do Corinthians contra o Estudiantes, em Itaquera, mas desperdiçou.
O Corinthians perdeu por 1 a 0 e acabou eliminado da Libertadores.
A situação de Vitor Roque foi diferente. O atacante do Palmeiras converteu duas cobranças de pênalti diante da LDU, no Equador, em partida que terminou com a classificação palmeirense para a semifinal.
A diferença entre os resultados foi utilizada pelo perfil do Verdão para provocar o rival.
Palmeiras escolheu música do próprio Memphis
Para acompanhar as imagens, o Palmeiras utilizou a música “Don’t Panic”, lançada por Memphis Depay.
Um trecho da canção escolhido para a publicação traz a frase:
“Não preciso explicar por que não somos iguais.”
A música já havia provocado repercussão anteriormente por causa de referências ao Corinthians presentes no videoclipe, incluindo uma cena que mostra uma representação do Parque São Jorge em chamas.
Palmeiras avança e Corinthians se despede
A provocação aconteceu um dia depois de os rivais paulistas viverem situações diferentes na Libertadores.
Enquanto o Palmeiras garantiu presença entre os semifinalistas da competição continental, o Corinthians encerrou sua participação no torneio.
O contraste entre as duas noites acabou sendo explorado pelo Verdão nas redes sociais, tendo o próprio Memphis como elemento central da provocação.





