Mais de mil amostras foram coletadas em junho e integradas ao Banco Nacional de Perfis Genéticos, que auxilia na identificação de autores de crimes.
Banco de perfis genéticos é ampliado
As Polícias Penal e Científica do Paraná ampliaram as ações de coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade para reforçar o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG).
Somente no mês de junho foram realizadas 1.022 coletas de DNA de presos, das quais 440 amostras já foram processadas e inseridas no banco de dados.
Material auxilia na elucidação de crimes
Os perfis genéticos coletados são comparados com vestígios encontrados em cenas de crimes, permitindo identificar possíveis autores de delitos ainda sem solução.
Durante o mês de junho, o cruzamento de informações resultou em 15 coincidências confirmadas, contribuindo para investigações relacionadas a crimes sexuais e outros delitos considerados graves.
Policiais receberam treinamento especializado
Para garantir a qualidade e a padronização das coletas, policiais penais participaram de treinamento ministrado pela Polícia Científica do Paraná.
A capacitação tem como objetivo assegurar que o material genético seja coletado de forma adequada, aumentando a confiabilidade das análises realizadas posteriormente.
Mais de 6 mil coletas em 2026
De acordo com os dados divulgados, o Paraná já realizou 6.350 coletas de material genético ao longo de 2026, fortalecendo o banco nacional e ampliando as ferramentas utilizadas na investigação e elucidação de crimes.




