A guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, já ultrapassa a marca de quatro anos de conflito. Esse tempo supera a duração da Primeira Guerra Mundial, que se estendeu de 1914 a 1918.
Os combates têm sido marcados por ataques de infantaria pesada, bombardeios urbanos e um número de baixas que lembra os horrores vividos nas trincheiras europeias. Estimativas apontam milhões de mortos e feridos, além de deslocamentos massivos.
Na época, os soldados franceses acreditavam que a Primeira Guerra Mundial seria “a guerra para acabar com todas as guerras”. Hoje, essa esperança parece distante diante de um conflito que se arrasta e se intensifica.
Para o Brasil e, em especial, para o Paraná, a longevidade do embate tem reflexos econômicos e diplomáticos, influenciando preços de commodities e a posição do país em fóruns internacionais.
Analistas apontam que a extensão da guerra pode redefinir estratégias de segurança global e reforçar a necessidade de soluções diplomáticas urgentes.





