Paraná não registra casos confirmados da doença desde 2020, mas Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância da imunização diante de registros em outras regiões do país.
Vacinação deve ser conferida antes da viagem
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) reforça a importância de manter a vacinação contra o sarampo em dia, principalmente para pessoas que pretendem viajar. A orientação é verificar a situação vacinal pelo menos 30 dias antes do deslocamento, garantindo tempo para a imunização.
O Paraná não registra casos confirmados de sarampo desde 2020. No entanto, a ocorrência de casos em outras regiões do país, como São Paulo, que já contabilizou mais de 20 casos confirmados da doença, mantém o alerta para a importância da prevenção.
A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Paraná.
Quem deve receber a vacina
No calendário regular, a primeira dose da vacina é indicada aos 12 meses de idade e a segunda aos 15 meses.
Para jovens e adultos de até 29 anos, o esquema vacinal é composto por duas doses da tríplice viral. Para adultos entre 30 e 59 anos, a recomendação é de uma dose.
Os trabalhadores da saúde, independentemente da idade, precisam receber duas doses.
A vacina é contraindicada para crianças menores de 6 meses e pessoas imunocomprometidas. Mulheres em idade fértil devem evitar a gravidez por pelo menos um mês após receber a dose.
Cuidados ajudam a reduzir a transmissão
Além da vacinação, medidas como a higienização frequente das mãos e a manutenção de ambientes ventilados ajudam a reduzir a transmissão de vírus respiratórios, incluindo o vírus do sarampo.
A imunização é considerada a principal forma de prevenção contra a doença.
Conheça os sintomas do sarampo
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa que pode evoluir para complicações graves e levar à morte.
Entre os principais sintomas estão febre, tosse, coriza, perda de apetite e conjuntivite, caracterizada por olhos vermelhos, lacrimejantes e sensibilidade à luz.
Também podem surgir manchas vermelhas na pele. As erupções geralmente começam no rosto, especialmente na região atrás das orelhas, e depois se espalham pelo corpo. Dor de garganta também pode ocorrer.
A pele pode descamar, com aspecto semelhante ao de uma queimadura. Entre as complicações possíveis estão cegueira, pneumonia e encefalite, que é a inflamação do cérebro.
Vacinação completa reduz o risco de transmissão
Uma pessoa completamente imunizada não se torna transmissora do vírus. Já quem não possui o esquema de vacinação completo apresenta risco de contrair e transmitir a doença.
O vírus do sarampo é transmitido por meio de gotículas de saliva liberadas durante a fala ou o espirro.
A imunização da população é considerada suficiente para evitar a transmissão quando alcança 95% das pessoas.





