Denúncia foi registrada pela mãe da criança, e Polícia Civil requisitou exame no IML; caso aconteceu em instituição particular de Uvaranas
O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) de Ponta Grossa abriu uma investigação para apurar uma suspeita de abuso sexual contra uma criança de 3 anos em uma escola particular localizada no bairro Uvaranas.
A denúncia foi recebida pelo órgão, que ficará responsável por esclarecer as circunstâncias do caso e verificar a possível autoria.
A ocorrência foi registrada pela mãe da criança na noite de quinta-feira (27), na 4ª Central Regional de Flagrantes. Conforme o relato registrado no boletim de ocorrência, a mulher percebeu uma mudança no comportamento do filho após buscá-lo na instituição de ensino.
Criança teria relatado situação à mãe
Segundo o registro, a criança estaria triste, abatida e teria demonstrado incômodo ao sentar e durante uma aula de judô.
Já em casa, o menino teria apresentado medo de ir ao banheiro. Ao ser questionado pela mãe, relatou que uma pessoa o teria levado ao banheiro da escola e praticado atos de natureza sexual.
A denúncia será apurada pela Polícia Civil, que deverá reunir elementos para esclarecer o que teria acontecido e identificar, caso seja comprovada a ocorrência, o possível responsável.
Exame foi requisitado pelo IML
Após o registro da ocorrência, a Polícia Civil requisitou um exame de ato libidinoso no Instituto Médico-Legal (IML). O resultado poderá contribuir para a investigação conduzida pelo Nucria.
Durante a apuração, familiares, funcionários da instituição e outras pessoas que possam ter informações sobre o caso poderão ser ouvidos.
A investigação também poderá analisar imagens de câmeras de segurança e outros elementos que possam ajudar a esclarecer os fatos.
É importante destacar que o boletim de ocorrência registra o relato inicial apresentado pela família e, isoladamente, não comprova a prática do crime ou determina sua autoria. A confirmação ou não da denúncia dependerá do avanço das investigações.
Escola deverá se manifestar
A instituição de ensino mencionada no boletim de ocorrência foi procurada para prestar esclarecimentos. Segundo informado, a escola ainda não tinha conhecimento sobre o caso e deverá se manifestar posteriormente.
O espaço permanece aberto para eventuais esclarecimentos da instituição.
A identidade da criança e outras informações que possam permitir sua identificação foram preservadas, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).





